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PRESIDENTE BOLSONARO RECEBEU A PREFEITA JOICE MARINHO - PDT DO MARANHÃO


O deputado federal Aluisio Mendes e a prefeita de Amarante do Maranhão, Joice Marinho (PDT), receberam na manhã de hoje (13) pessoalmente a garantia do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) de que o processo de ampliação da Reserva Indígena Governador não será finalizado. Com isso, mais da metade da população que reside no município – distante 730 quilômetros da capital São Luís – não perderá a posse de lotes de terra e, em consequência, manterão suas produções rurais.
Estiveram no encontro com o presidente, além de Aluisio e a prefeita de Amarante do Maranhão, o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), general Franklimberg de Freitas e o advogado Jânio Duailibe. Após o encontro, o presidente Jair Bolsonaro agradeceu ao encaminhamento de Aluisio e disse que, em seu governo, não haverá ampliação de terras. “No que depender de mim, não serão ampliadas e nem teremos novas reservas na região”, disse o presidente.


Para convencer o presidente do posicionamento, Aluisio Mendes destacou a importância da produção rural à economia da cidade. “Atualmente, 1,5 mil propriedades estão fixadas na região pretendida para expansão. Ou seja, é metade do contingente presente em Amarante. Evitamos assim um dano imensurável à região”, afirmou Aluisio.
Aluisio Mendes destacou o papel de Bolsonaro na reversão do caso. “O presidente [Bolsonaro] foi sensível e nos garantiu de que não 
haverá expansão. Saio satisfeito, assim como a prefeita Joice Marinho e, desta forma, garantimos que mais de vinte mil pessoas não fossem prejudicadas”, disse o deputado.
A prefeita de Amarante do Maranhão agradeceu aos esforços de Aluisio Mendes. “Nunca uma cidade como Amarante foi tão valorizada desta maneira. Fomos recebidos com toda a atenção pelo presidente Bolsonaro que nos deu esta garantia muito importante para a região”, afirmou.
Atualmente, de acordo com dados oficiais, a Reserva Indígena Governador registra 41,6 mil hectares. Caso a expansão fosse confirmada, a área passaria para 204,7 mil hectares. Ou seja, Amarante teria mais de 70% do território constituído por reservas indígenas. Mais de 75 povoados estão fixados no espaço de ampliação pretendido pela Funai.




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