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Polícia conclui que mendigo não cometeu crime algum ao traçar mulher de empresário, ele não cometeu estupro

 

A Polícia Civil do Distrito Federal finalizou nessa sexta-feira (20) o inquérito do caso envolvendo o ex-morador de rua Givaldo Alves, que em março deste ano foi agredido pelo personal trainer Eduardo Alves após ter sido flagrado fazendo sexo com a mulher dele, Sandra Mara Fernandes. Segundo a investigação, Givaldo não cometeu estupro de vulnerável.

Relembre o caso

Na noite de 9 de março, Eduardo encontrou Mara mantendo relações sexuais com Givaldo dentro de um carro. O personal espancou o morador de rua por acreditar que a mulher estava sendo vítima de estupro. O caso aconteceu em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal.

De todo modo, a Polícia Civil decidiu pedir o indiciamento do ex-morador de rua por difamação contra Sandra. Além disso, a corporação responsabilizou Eduardo pelo crime de lesão corporal leve, por causa das agressões a Givaldo. As conclusões foram enviadas à Justiça do Distrito Federal.

A defesa de Givaldo celebrou a conclusão do inquérito. “As graves e profundas feridas provocadas pela injusta acusação de estupro de vulnerável demorarão para cicatrizar, mas o sentimento é de que a justiça imperou, como deve ser”, escreveram os advogados Mathaus Arial Oliveira e Anderson Rodrigues.

Na noite de 9 de março, Eduardo encontrou Mara mantendo relações sexuais com Givaldo dentro de um carro. O personal espancou o morador de rua por acreditar que a mulher estava sendo vítima de estupro. O caso aconteceu em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal.

A cena foi filmada por câmeras de segurança. Diante da gravidade das agressões, Givaldo foi levado para o Hospital Regional de Planaltina, onde permaneceu por três dias. Após a recuperação, ele foi conduzido a um abrigo em Ceilândia.

Na ocasião, a esposa do personal alegou ter se envolvido na situação após sofrer um surto psicótico. Posteriormente, médicos que a acompanharam em uma unidade psiquiátrica pública do DF atestaram “hipótese diagnóstica de transtorno afetivo bipolar em fase maníaca psicótica”.

R7 tenta localizar a defesa de Eduardo Alves.

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