A cidade de São João do Soter está em choque com a perda de Antônio Carlos Martins Mota 67 anos, que após ser transferido de hospital, segundo informações, sem ser diagnóstico corretamente, e sem jeito, ele não resistiu e veio a óbito na cidade de Caxias. Era um homem respeitado e muito quisto por toda população, carinhosamente tratado por todos como Carlito Branco. Casado com Elineide Mota, pai de três filhos, Jocelmo, Dionielmo e Francisco Mota.
Ao se sentir mal a família deu entrada do paciente no hospital municipal de São João do Soter, data no dia 13 de abril, quando estava se sentindo muito mal, tossindo bastante e com a pressão arterial desregulada. A família preocupada com a situação, conseguiu uma vaga de urgência no hospital Geral de Caxias, segundo informações a direção do hospital não aceitou a transferência do paciente no tempo certo. Que após dias de espera teve seu quadro de saúde agravado. Segundo informações ele não foi diagnosticado corretamente, o hospital não queria liberar, alegando que a regulação não estava pronta, não tinha conseguido uma vaga para transferência. Enquanto isso a família lutava para achar uma saída, e quando conseguiu um leito seme UTI, mesmo assim o hospital negligenciou a sua transferência a tempo de lhe salvar. Enquanto isso a família em desespero vendo o quadro de saúde só piorar a cada minuto que passava.
A alegação do hospital era de que, só seria possível a transferência, após esperar fazer a regulação, e não se sabe quanto tempo viria a resposta para socorrer uma pessoa que não tinha mais às mínimas condições de esperar.
Quando resolveram mandar o paciente, o estado de saúde dele já se encontrava irreversível, e sem chances, ele veio a óbito, segundo o diagnóstico médico se tratava de uma pneumonia.
A morte de Carlito Branco comoveu toda cidade, pois era um homem de grandes amizades e muito querido de toda população. Se destacou por liderar movimentos sindicalista, brigar por a independência do lavrador, ajudou criar associações e assentar muitas famílias no campo. Também se destacou quando lutou pela emancipação de sua cidade que ocorreu no dia 10 de novembro de 1994.
Se tornou ruralista, respeitado pelas autoridades da cidade, amigos e população em geral, homem de caráter moral e boas ideais. Carregava com sigo uma bandeira em defesa da vida do povo ruralistas, que lutava para que todo lavrador pudesse ter seu pedaço de terra. E através do INCRA realizou o sonho de muitas famílias, ajudou criar associações onde muitos que trabalhava em terras arrendados, conquistou sua própria terra.

