O presidente Lula entrou em campo para tentar aprovar o novo arcabouço fiscal, mas exigiu lealdade e o endosso do PT, presidido por Gleisi Hoffmann. Uma parte de deputados e senadores petistas não aceita as alterações feitas pelo relator Cláudio Cajado (PP-BA) em comum acordo com o ministro Fernando Haddad
O presidente Luis Inácio Lula da Silva não estar nada satisfeito com o comportamento de deputados petistas quem se opõem às alterações feitas pelo deputado relator Cláudio Cajado (PP-BA) na proposta do novo arcabouço fiscal, enviado à Câmara.
O presidente deixou claro aos que procederem assim, poderão perder espaço no governo.
Ontem (16), Lula voltou a carga ao cobrar do Partido dos Trabalhadores por lealdade e o endosso do partido para a aprovação da proposta sem apresentação de emendas ao texto, já avalizado pelo governo.
O recardo do presidente foi direcionado à bancada do Partido dos Trabalhadores no Congresso Nacional, principalmente na Câmara dos Deputados, por onde a proposta deverá ser analisada na próxima semana.
