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Disputa pela guarda de uma criança entre pai e avós já dura quase cinco anos no Maranhão

 Desde dezembro de 2016 tramita na 3ª Vara da Família da Comarca de São Luís/MA um processo judicial envolvendo a guarda do menor A.R.A.M.B.C., movido pelos avós maternos em desfavor do pai, o médico e vereador John Pablo Brasil Cunha (foto abaixo), natural e residente em Tuntum Maranhão a 360km da capital São Luís.


De acordo com o pai, após a morte de sua ex esposa em 2016 por suicídio, vem travando uma intensa e angustiante batalha judicial pela guarda do seu filho, tomada repentinamente por meio de uma medida liminar pela juíza titular da 3ª Vara da Família da Comarca de São Luís/MA.

Tal medida judicial despertou profunda revolta e decepção, não só ao pai, avós e familiares do menor, mas de grande parte da população da cidade de Tuntum/MA, a ponto daquela população ter se manifestado publicamente por meio de um abaixo assinado com mais de 4 mil assinaturas, em apoio ao Dr. John Pablo.
Ainda segundo o pai, a família materna desenvolve forte e grave alienação parental sobre o menor, dificultando o contato do mesmo com o pai (o menor possui um aparelho celular com aplicativo WhatsApp instalado, porém o contato do pai foi bloqueado pelos avós paternos), atrasando e até negando entregar o menor nos dias programados para visita ou início de férias, sem contar a imagem negativa do pai que tentam, fantasiosamente, construir junto ao menor.
Tal alienação desencadeou em um processo de alienação parental movido pelo pai em desfavor dos avós, o qual, erroneamente, vem sendo utilizado sempre como justificativa para retardar o processamento definitivo da ação principal.
Segundo John Pablo, o processo de alienação parental também tem se arrastado e demorado mais do que o normal, pois já está preste a completar 3 anos, tudo por causa da conclusão de uma perícia biopsicossocial que, de cordo com o Código de Processo Civil, já deveria ter sido concluída.
Então, todos querem saber: – Por que tanta demora em processar uma demanda que, por envolver os interesses de um menor, já deveria ter sido concluída faz muito tempo?
Com a palavra, o Judiciário maranhense.

Fonte:

Blog do Luís Cardoso.

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