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Brandão costura duas possíveis e importantes alianças, que poderá consolidar de vez a sua candidatura para 2022, em conversa com o PV, e MDB de Roseana Sarney

As articulações para a composição de aliança na eleição para o governo do Estado continuam a todo vapor nos bastidores da sucessão do governador Flávio Dino, que também pretende disputar o senado federal, e são cada vez mais estreitos os laços que podem unir o (PSDB) do vice-governador Carlos Brandão, ao PV do deputado Adriano Sarney, herdeiro político do ex-presidente José Sarney.


Pré-candidato ao governo, Brandão tem dedicado parte de sua agenda para reuniões políticas visando as eleições do ano que vem e tem conversado muito com o deputado Adriano, um único representante da família Sarney com mandato, sobre a possibilidade de contar com "Partido Verde" em seu palanque.

Segundo fontes seguras, o presidente estadual do PV estaria praticamente decidido a abraçar o projeto de Carlos Brand 2022, abrindo assim a possibilidade do que restou do chamado grupo Sarney aderir à candidatura do vice, que estará no comando do estado a partir de abril do ano vindouro.

Com a aproximação de Brandão do PV, outro partido que pode ser atraído para uma composição com o vice é o MDB da ex-governadora Roseana Sarney. Ela aguarda apenas o resultado de um estudo qualitativo que está sendo realizado para decidir se será ou não candidata ao governo. Alguns políticos acreditam que ela esteja apenas querendo encontrar um motivo para justificar sua desistência.

A ex-governadora, que lidera nas pesquisas de intenção de voto, conforme fontes que já conversaram com ela sobre o assunto, não demonstra motivação para enfrentar uma disputa majoritária e deverá ser confirmada mesmo como candidata a deputada federal, deixando o MDB livre para compor aliança para o governo.

A proposta de reforma eleitoral (PEC 125/11) aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de agosto e que foi parcialmente aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (22) manteve a proibição das coligações partidárias nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais, distritais e vereadores), mas deixou aberto para a eleição majoritária.
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