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Centro das Indústrias do Maranhão é reativado e será presidido por Cláudio Azevedo

 

Nova diretoria do Centro da Indústria do Maranhão (Cimar), presidida por Cláudio Azevedo (C)


Mais uma entidade para defender o empresariado maranhense, liderada por o experimente presidente Dr. Cláudio Azevedo.


Foi eleita e empossada nesta terça-feira (05), a nova diretoria do Centro das Indústrias do Maranhão (Cimar), entidade que foi reativada em 2019 com a finalidade de aproximar empresas industriais, agroindustriais e afins que não têm representação sindical. Também serão aceitas empresas que trabalham diretamente para indústrias, como fornecedoras e prestadoras de serviços.

Para o biênio 2022/2024 foi eleita a diretoria formada pelos empresários Cláudio Donizete Azevedo (presidente); Luiz Carlos Cantanhede Fernandes (vice-presidente), Celso Gonçalo de Sousa (diretor administrativo), João Batista Rodrigues (diretor financeiro), Fernando Palácio Duailibe e José Antônio Gorgen (diretores), Benedito Bezerra Mendes, Fábio Ribeiro Nahuz e Nelson José Nagem Frota (Conselho Fiscal) e Pedro Robson Holanda da Costa e Nayhara Miranda Vasconcelos (suplentes do conselho fiscal).

“O Cimar vai atuar, sim, em defesa das empresas, e é uma forma que nós encontramos de trazer o empresariado para a Casa da Indústria. Uma vez que a própria FIEMA tem uma estrutura sindical, muitas vezes as empresas são representadas pelos seus sindicatos. Agora, elas também estarão aqui, participando conosco, com o Cimar, com a Fiema, diretamente das discussões e das decisões em nível econômico e político no Estado”.

“Vejo um Cimar novo, forte, mobilizado, e que renasce em um momento onde há a compreensão da força do empresariado, da importância da união das entidades de classe do comércio, da agricultura, da indústria, enfim, todos juntos para alçarmos os objetivos, que não são nossos, mas que serão capazes de destravar caminhos que levarão à geração de riquezas para o nosso estado e renda para a nossa população, além de empresas mais fortes, bem representadas e competitivas”, diz o presidente da Federação das Indústrias, Baldez.

Histórico – O Cimar foi fundado em 1967, mas encontrava-se paralisado desde 2003. Teve como primeiro presidente o empresário e executivo Luís da Rocha Porto, do ramo da Oleaginosas Maranhenses S/A (Oleama), indústria fabricante de sabões, velas, óleo de coco de babaçu e produtos saneantes.

Em 2019, ressurgiu a partir da mobilização de um grupo formado pelo setor produtivo e por antigos associados, que elegeu uma diretoria provisória, presidida por Luiz Fernando Renner, que é vice-presidente executivo da FIEMA e coordenador do Grupo de Trabalho “Pensar o Maranhão”. Até então, o CIMAR atuou na aprovação do novo Estatuto Social da entidade, com alterações principalmente na composição da diretoria, mandatos e abrangência econômica, assim como a atração de novos sócios e promoção de processo eleitoral da nova diretoria, que ocorreu nesta terça-feira, 5.

Currículo – Cláudio Azevedo, que assume a presidência do CIMAR, também atua no setor industrial como presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Maranhão (Sifema), ex-presidente da Associação das Siderúrgicas do Brasil (Asibras), em Brasília, ex-presidente da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (Ascem) e vice-presidente executivo da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema).

Segundo o novo representante do Centro, a entidade nasce com uma proposta de defesa da indústria, da agroindústria e do agronegócio maranhense, em um momento político e econômico importante no Maranhão e no Brasil, para a união das entidades de classe.


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