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RECORDE: A Arrecadação Federal de impostos bate recorde histórico e atinge R$ 2,88 trilhões em 2025

 

A arrecadação de impostos do Governo Federal alcançou um patamar histórico em 2025, registrando o maior volume já observado desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (22), o total arrecadado ao longo do ano chegou a R$ 2,887 trilhões, o que representa um crescimento real de 3,65% em comparação com 2024, já descontada a inflação.


O desempenho recorde consolida 2025 como um ano de forte recuperação e reorganização da base tributária brasileira, refletindo tanto a retomada da atividade econômica quanto as medidas adotadas pelo governo para ampliar a arrecadação. Apenas no mês de dezembro, a Receita Federal recolheu R$ 292,724 bilhões, valor que corresponde a um avanço real de 7,46% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a tendência de crescimento observada ao longo de todo o exercício.


Segundo a Receita, o resultado anual supera todos os registros anteriores e marca um novo marco para as contas públicas. A série histórica, iniciada há três décadas, nunca havia registrado um volume tão elevado de arrecadação em termos reais, o que coloca 2025 como um ponto fora da curva no histórico fiscal brasileiro.


Durante transmissão ao vivo promovida pelo Ministério da Fazenda, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou que o resultado vai além de um simples crescimento numérico. “Nós fechamos o ano de 2025 com o maior valor de arrecadação da história do Brasil. Não é apenas um número, é o reflexo de uma economia que se formalizou e de uma base tributária que foi recomposta com justiça”, afirmou.


De acordo com Barreirinhas, a ampliação da arrecadação está diretamente ligada ao aumento do nível de formalização da economia, à melhoria nos mecanismos de fiscalização e ao fortalecimento da capacidade do Estado de alcançar setores historicamente menos tributados. O secretário também ressaltou que o desempenho positivo contribui para dar maior previsibilidade às contas públicas e ampliar a capacidade de investimento do governo.


O resultado de 2025 está alinhado às estratégias de arrecadação implementadas pelo Governo Federal ao longo da atual gestão, que incluem a criação de novos tributos e ajustes em impostos já existentes. Essas medidas foram acompanhadas por um cenário econômico mais favorável, marcado pela expansão do consumo, pela geração de novos empregos e por uma atividade econômica considerada aquecida em diversos setores.


Além disso, a arrecadação elevada ocorreu em um contexto de política monetária restritiva, adotada pelo Banco Central como forma de controlar a inflação. Mesmo com juros elevados durante parte do ano, a economia brasileira conseguiu manter um ritmo de crescimento suficiente para sustentar o aumento da base de arrecadação, especialmente nos segmentos de serviços e comércio.


Para o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, o crescimento observado ao longo de 2025 tem características estruturais e não depende apenas de fatores pontuais. “O crescimento real de 3,65% no ano é sustentável. Ele não vem apenas de eventos extraordinários, mas de uma atividade econômica que se manteve aquecida, especialmente no setor de serviços e no consumo das famílias”, avaliou.


Gazeta Brasil 

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