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Trump celebra queda de Maduro e define Exército dos EUA como o “mais temido do planeta”

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta terça-feira (6) a operação militar que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3) em Caracas. Durante discurso a legisladores republicanos, Trump afirmou que a ação demonstrou a força e a superioridade do Exército norte-americano.


“Os Estados Unidos provaram mais uma vez que têm o Exército mais poderoso, mais letal, mais sofisticado e mais temido do planeta Terra. Ninguém pode nos enfrentar”, declarou o presidente, reforçando o sucesso da operação.


Segundo Trump, a complexidade da missão exigiu grande coordenação entre tropas aéreas e terrestres. “Foi algo extremamente complexo: 152 aeronaves, muitos, muitos soldados em terra. Tivemos muita tropa no chão, mas foi impressionante. Pense nisso: ninguém foi morto. Do outro lado, infelizmente, muitas pessoas foram mortas. A maioria cubanos, mas muitos, muitos morreram — e eles sabiam que estávamos chegando, estavam protegidos, e nós não: os nossos homens simplesmente saltaram dos helicópteros, sem proteção, e foram extraordinários”, afirmou o republicano.


A operação norte-americana, segundo Trump, ocorreu após quatro meses de ameaças veladas do governo dos Estados Unidos contra Maduro e contou com intensa preparação militar. No último sábado, forças norte-americanas invadiram Caracas, resultando na prisão do ditador e de sua esposa, Cilia Flores.


Maduro foi apresentado à Justiça dos Estados Unidos na segunda-feira (5) e responderá a uma série de acusações. Ele foi indiciado por conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, além de conspiração para posse desses equipamentos contra os EUA. O líder chavista se declarou inocente de todas as acusações.


O processo envolve ainda outras cinco pessoas, entre elas Cilia Flores; Nicolás Ernesto Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, filho do casal; o ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, Diosdado Cabello; o ex-ministro Ramón Rodríguez Chacín; e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”.


A ação militar norte-americana provocou repercussão internacional e reacendeu debates sobre soberania e intervenção em países estrangeiros. Em suas declarações, Trump reforçou a percepção de que os Estados Unidos continuam a exercer força militar global e que operações desse tipo são capazes de surpreender adversários e garantir a execução de objetivos estratégicos.


“Foi impressionante a operação do sábado. Agarramos por surpresa a Maduro e mostramos que ninguém pode nos enfrentar”, completou o presidente.


A captura de Nicolás Maduro marca um momento crítico nas relações entre Estados Unidos e Venezuela e indica a intensificação da pressão internacional sobre o governo chavista. O ex-líder venezuelano, que enfrenta acusações graves nos EUA, aguarda agora os procedimentos legais e judiciais no país norte-americano.


Gazeta Brasil 

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